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Filmes bons demais para guardar só para mim

Filmes bons demais para guardar só para mim

14 Abr

Uma lista que é puro conforto e dá aquela vontade de assistir tudo de uma vez.

Sabe aquele filme que a gente assiste e parece que ganha um abraço? Tem histórias que vão muito além da tela: viram companhia, curam qualquer dia ruim e deixam a vida mais leve. Essa lista é exatamente sobre isso. Separei meus favoritos, que me fizeram rir, suspirar e que eu simplesmente precisava compartilhar com você.

Para suspirar e acreditar no amor de novo
  • Um lugar chamado Notting Hill: o clássico dos clássicos. Um romance improvável que faz a gente acreditar que o amor pode ser simples e ao mesmo tempo extraordinário.


  • O amor não tira férias: simplesmente maravilhoso! É aquele filme que você pode assistir mil vezes e a sensação é sempre de estar vendo pela primeira vez. (Sim, eu amo muito esse.)


  • Doce lar: sobre voltar pra casa, e talvez perceber que o amor sempre esteve lá. Impossível não amar.


  • Mensagem para você: a definição de aconchego! Tem aquela vibe deliciosa de primavera em Nova York, livrarias charmosas e uma rivalidade que vira amor.


  • O primeiro amor (Flipped): tão puro e delicado. Aquela nostalgia gostosa de crescer e descobrir o primeiro amor, que deixa a gente com um sorriso bobo no rosto.
Rom-coms que curam qualquer dia ruim
  • A proposta: aquele “enemies to lovers” de respeito! A química da Sandra Bullock com o Ryan Reynolds salva o humor de qualquer pessoa num dia difícil.
  • Como perder um homem em 10 dias: icônico, divertido e cheio de química. Aquele filme que você sempre acaba reassistindo sem perceber.
  • Miss simpatia: carisma, humor e uma protagonista impossível de não amar.
  • Letra e música: compor um hit nunca foi tão engraçado. Um filme cheio de carisma, romance levinho e músicas originais que, confesso, grudam na cabeça de um jeito maravilhoso.
Caos, confusões e casamentos (que quase dão errado)
  • Esposa de mentirinha: caótico, engraçado e perfeito pra quando você só quer desligar e rir.


  • Dois é bom, três é demais: o caos absoluto quando um amigo sem noção vai morar com os recém-casados. Uma comédia super despretensiosa e gostosa de ver.


  • Licença para casar: Robin Williams liderando o curso de noivos mais insano de todos. Perfeito pra dar boas risadas sem pensar muito.


  • Vestida para casar: para quem ama casamentos (e um bom romance que demora pra acontecer).


  • Juntos pelo acaso: caos, bebês e o clássico clichê de “cão e gato” morando sob o mesmo teto. Dá pra rir muito e ainda suspirar no final.
Passaporte carimbado (para viajar sem sair do sofá)
  • Um amor de tesouro: caça ao tesouro, praias paradisíacas e um ex-casal tentando não se apaixonar de novo. Perfeito para viajar e dar boas risadas sem sair do sofá.
  • Cartas para Julieta: Itália, cartas de amor e segundas chances. Um filme leve que deixa o coração quentinho.
  • Como se fosse a primeira vez: o amor sendo escolhido (e reconquistado) todos os dias. É impossível não se apaixonar por essa história e por essa energia do Havaí!
  • Monte Carlo: Europa, identidade e aquele escapismo leve que a gente ama.


Muito mais que filme, um traço de personalidade
  • O diabo veste Prada: moda, ambição e aquela estética que nunca envelhece. Referência até hoje.


  • Legalmente loira: inteligente, icônico e cheio de frases memoráveis. Elle Woods é um estado de espírito.


  • 10 coisas que eu odeio em você: anos 2000, intenso e cheio de personalidade. Um dos romances teen mais icônicos.


  • De repente 30: divertido e sensível ao mesmo tempo. Sobre crescer… e lembrar quem você era.


  • Quatro amigas e um jeans viajante: amizade, crescimento e conexões que permanecem mesmo à distância. Impossível não se ver um pouquinho em cada uma delas.
Pura nostalgia
  • Operação cupido: gosto de infância e sessão da tarde. Um daqueles filmes que atravessam gerações e a gente nunca cansa de rever.
  • O diário da princesa: transformação, realeza e adolescência, tudo na medida certa.
  • Tudo que uma garota quer: leve, divertido e com aquele toque de conto moderno que dá vontade de assistir numa tarde preguiçosa.
  • Ela é demais: a clássica transformação dos anos 2000 que a gente ama, mesmo sabendo exatamente o que vai acontecer.
  • Hannah Montana, o filme: pura nostalgia! Marcou época com o “melhor dos dois mundos”, looks icônicos da Disney e a prova de que a gente sempre pode voltar às raízes (cantando The Climb, óbvio).
Aqueles que fazem o olho suar (só um pouquinho)
  • Diário de uma paixão: intenso, dramático e inesquecível. Um amor que ultrapassa o tempo.


  • Um amor para recordar: leve e doce, com aquele ar de conto de fadas.


  • Como eu era antes de você: pode preparar o lencinho. Uma história linda, intensa e de partir o coração sobre como o amor transforma a nossa visão de mundo.


  • Simplesmente acontece: o auge do “friends to lovers” cheio de desencontros! Dá vontade de entrar na tela pra ajudar, mas é absurdamente apaixonante.

No fim… Talvez a magia desses filmes seja exatamente o bem que eles fazem pra gente. São aquelas histórias que a gente dá play para se sentir em casa e personagens que quase viraram nossos amigos. E me conta… qual desses você também nunca cansa de assistir?

Graduanda em Moda, formada em Consultoria de Imagem e Coloração Pessoal. Fascinada pelo universo fashion, tendências e pesquisas de moda. Apaixonada por fotografia, viagens, música, Disney e Van Gogh.


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