Se você achava que a Copa se resumia só a camisa de time, achou errado.
Se você está acompanhando os jogos, já deve ter notado que a Copa deixou de ser apenas sobre quem faz mais gols e se transformou em estratégias de marketing e muita bagagem cultural. Vem entender como a moda dominou a maior competição do mundo!
Por um momento achei que tinha sido impressão minha, mas depois fui reparando que estava em todos os lugares. Seja Nike, Adidas, Puma ou New Balance, todas estão com chuteiras rosas. Mas por quê? A chuteira é um dos poucos itens que os jogadores podem usar dos seus patrocinadores, então nada melhor que escolher a cor rosa no meio do gramado verde para chamar a atenção e ser contrastante.
Você pode pensar que foi coincidência, mas a escolha da cor rosa foi estratégica. Primeiro, o rosa se destaca perfeitamente tanto para quem está no estádio quanto para quem acompanha pela TV; segundo, tem o fator psicológico, já que essa cor transmitem energia, ousadia e confiança; e terceiro, nenhuma seleção tem essa cor oficial, então seria uma cor curinga para todas.
E a gente já sabe como funciona, né? O que brilha nos pés dos jogadores logo vira desejo e termina no nosso dia a dia.
Enquanto algumas marcas fazem de tudo para aparecer durante a Copa, a Levi's chamou atenção justamente por ter que desaparecer.
Como a marca não é patrocinadora oficial da FIFA, o famoso logo do Levi's Stadium, em São Francisco, precisou ser coberto durante o Mundial. O estádio, inclusive, foi temporariamente rebatizado de “San Francisco Stadium”.
Mas o que parecia uma restrição virou uma jogada de marketing. A Levi's publicou imagens do logo coberto nas redes sociais, mudou sua foto de perfil e entrou na brincadeira com bom humor.
O resultado? Mesmo sem o nome aparecer, todo mundo sabia que se tratava da Levi's. Uma prova de que, quando uma marca é forte, ela vai muito além do próprio logo.
As camisas da Copa vão muito além do futebol, elas contam histórias. No caso do Brasil, a nova camisa azul e preta criada em parceria com a Jordan Brand foi inspirada no sapo-flecha da Amazônia. Suas cores vibrantes simbolizam força, perigo e respeito, criando uma metáfora para uma Seleção que quer ser tão temida pelos adversários quanto esse pequeno, mas letal, habitante da floresta.
E a tendência se espalha pelo mundo:
Entre tantas seleções tradicionais, uma história tem chamado muita atenção nesta Copa, o retorno da seleção da República Democrática do Congo, carinhosamente conhecida como “Os Leopardos”.
Depois de 52 anos longe da Copa, a equipe voltou aos holofotes e já entregou um momento histórico ao marcar um gol contra Portugal logo na estreia. Mas, muito além do placar, esse lance simbolizou o retorno de uma seleção que carrega uma identidade cultural fortíssima.
Fora dos gramados, o país é berço da influência da cultura La Sape, um movimento marcado por alfaiataria impecável, cores vibrantes e uma elegância extravagante. É exatamente isso que explica aqueles trajes icônicos da delegação que simplesmente viralizaram na internet nos últimos dias!
Mas vamos combinar uma coisa, os jogadores não são os únicos que roubam a cena nesta Copa. As famosas WAGs (esposas e namoradas) são um show à parte. Elas movimentam as redes sociais e, convenhamos, são um dos grandes motivos para muitas mulheres estarem acompanhando os jogos de perto.
Entre os nomes mais observados estão as it girls do futebol: Georgina Rodríguez, esposa de Cristiano Ronaldo, e Antonela Roccuzzo, esposa de Lionel Messi. A Argentina ainda conta com o brilho de Tini Stoessel (a eterna Violetta para toda uma geração de fãs), que sempre atrai os holofotes ao lado de Rodrigo De Paul.
E o Brasil não fica para trás, viu? Bruna Biancardi e Gabriely Miranda acompanham Neymar e Endrick, entregando muito carisma como as “gravidinhas” mais amadas do momento. E, mesmo fora do universo oficial das WAGs, Virginia Fonseca segue rendendo assunto entre os torcedores por conta do seu ex, Vini Jr.
Sendo bem realista? A gente pode até se perder na hora de explicar o que é um impedimento, mas de chuteira rosa, camisa conceito e it girls a gente entende muito bem! Então, seja pelo talento em campo ou pelos looks das WAGs, o importante é que a gente nunca teve tantos motivos pra não desgrudar os olhos da TV (e do feed, claro!).