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O Diabo Veste Prada 2 pode repetir o efeito Barbie nos cinemas?

O Diabo Veste Prada 2 pode repetir o efeito Barbie nos cinemas?

10 Abr

O cinema vira passarela, e o seu look pode, ou não, ser aprovado por Miranda Priestly.

Mais do que uma estreia, alguns filmes se transformam em experiência. E, na minha opinião, O Diabo Veste Prada 2 tem tudo para ir além da tela! Ele desperta não só expectativa, mas também desejo, imagem e, principalmente, vontade de se vestir à altura desse evento.

O filme que volta como um ícone.

Poucos títulos conseguiram marcar uma geração tanto quanto O Diabo Veste Prada. De forma objetiva: o filme acompanha a jornada de uma jovem jornalista que entra para o universo exigente de uma grande revista de moda, sob o comando de uma editora extremamente poderosa e intimidadora. Mas ele vai muito além da história.


Construiu um imaginário inteiro: looks impecáveis, ambientes sofisticados e personagens que traduzem poder através da imagem.


Agora, com a continuação, o que vemos não é apenas mais um capítulo, mas o retorno de um verdadeiro ícone fashion. Um universo que permanece atual, desejado e extremamente relevante, mesmo depois de tantos anos. E talvez seja justamente isso que torna esse comeback tão especial.

O efeito já começou…

Antes mesmo da estreia, o filme já começa a provocar um movimento interessante: o público não quer apenas assistir, quer participar.


Existe uma expectativa de que a ida ao cinema se transforme em algo maior, um momento de expressão pessoal, de construção de imagem, quase como um pequeno evento social.


E isso lembra, sim, o que vimos com Barbie, mas com uma energia completamente diferente.


Se Barbie trouxe o lúdico, o coletivo e o divertido, O Diabo Veste Prada 2 parece caminhar para um cenário mais refinado. Aqui, não é apenas entrar na brincadeira, mas entregar um look pensado, elegante e intencional.

Já separou seu look?

E é aqui que tudo fica ainda mais interessante.


Anne Hathaway já deixou claro que quer ver o público entrando nesse clima, incentivando os fãs a comparecerem à estreia com produções que poderiam, muito bem, passar pelo olhar criterioso de Miranda Priestly.


Na minha visão, isso resgata algo que estava meio esquecido: o prazer de se arrumar para um momento cultural. Escolher o look, pensar nos detalhes, construir uma imagem com intenção.


E falando em experiência… até o cinema entrou no jogo. Já estão circulando versões de baldes de pipoca que parecem verdadeiras bolsas, com destaque para um modelo vermelho, super fashionista, que facilmente poderia fazer parte de um look. Sem falar nos copos colecionáveis, que deixam de ser só embalagem e viram quase um acessório dentro dessa estética.


Ou seja: não é só o look, é o contexto inteiro.

E falando em look.

Se no primeiro O Diabo Veste Prada a moda era quase um personagem à parte, exagerada, expressiva e até teatral, agora o cenário é outro.


Os primeiros trailers da continuação mostram um figurino mais contido. Alfaiataria, cores neutras, silhuetas clean, tudo muito mais sobre presença do que sobre impacto.


E aqui entra minha opinião, não é um figurino sem inspiração, é uma estratégia diferente. Por exemplo, a Miranda Priestlyparece mais suave, estratégica, quase como alguém que não precisa mais provar nada. Já a Andy vem mais firme, mais segura, com uma imagem de autoridade construída no detalhe.


Ultimamente, nós fomos condicionados a enxergar esse universo como espetáculo, e agora ele aparece mais clean, mais contido, quase não sendo o objetivo principal como era no primeiro filme.


Talvez a questão não seja comparar com o primeiro filme, talvez seja aceitar que o poder mudou de linguagem.

O que sabemos até agora…

Com Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt de volta, O Diabo Veste Prada 2 não se apoia apenas na nostalgia, mas no peso de personagens que ajudaram a definir uma estética, um comportamento e até uma forma de enxergar a moda.


Sobre a narrativa, ainda não temos todos os detalhes confirmados, mas tudo indica que a história deve acompanhar os desdobramentos desse universo anos depois, com novas dinâmicas de poder, um mercado editorial em transformação e uma indústria da moda que já não funciona mais como antes. Outro ponto que chama atenção é que uma parte do filme foi gravada durante um desfile da Dolce & Gabbana na Milan Fashion Week, com personagens inseridos na primeira fila. E o detalhe que não passou despercebido: a presença de Anna Wintour assistindo a tudo com sua icônica expressão quase indecifrável, o que, por si só, já parece uma cena digna do próprio filme.


O elenco também marcou presença em eventos gigantes como o Grammy Awards e o Oscar, posicionando-se não só como lançamento cinematográfico, mas como um acontecimento. Ou seja: antes mesmo de estrear, O Diabo Veste Prada 2 já está ocupando exatamente o lugar que promete!

Se Barbie transformou o cinema em um mar de looks rosa, quase como pequenos pontos pink espalhados pelo shopping, aqui a proposta parece outra: fazer com que cada pessoa se sinta em uma verdadeira fashion week. E aí fica a pergunta, talvez a mais importante de todas: você já escolheu o look? Será que a Miranda Priestly aprovaria?

Graduanda em Moda, formada em Consultoria de Imagem e Coloração Pessoal. Fascinada pelo universo fashion, tendências e pesquisas de moda. Apaixonada por fotografia, viagens, música, Disney e Van Gogh.


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